HOME
Sorry, your browser doesn't support Java(tm). Sorry, your browser doesn't support Java(tm). Sorry, your browser doesn't support Java(tm).


Veja as Fotos


"Equilíbrio: Conjugar natureza e tecnologia...
Liberdade: Respirar o mar expelindo um céu...
Harmonia: Ser um entre todos...
Tomara que o novo reine brilhando sóis dentro de nós."

A palavra chave é diversidade. A mudança do século nos projeta até o futuro, e o futuro é o agora influenciado pela sabedoria do passado recente e longínquo.


MILÊNIUM

-2001- embarcamos no novo milênio usando e abusando da tecnologia como extensão das habilidades humanas e para seu bel prazer, criando recursos inusitados: apliques que se assemelham ao cristal, tiras tatuadas em tons de prata ou divertidos peixes que pulam nas peças infantis feito água a. Formas despojadas e cores relaxantes e refrescantes em tecidos aerados, transparentes, macios, molhados, amassados e manchados (tie-dye) ORIENTE -Olhos no futuro sem deixar para trás nossas raízes e cultura milenares.Este é o grande desafio: não esquecermos os fatores que nos levaram aonde estamos. É o novo e o velho, a dualidade que gera contrapontos que não excluem: reencontram, recuperam, recriam. Assim, retomamos o Oriente fazendo uma ponte com o Ocidente para obter o rigor e as linhas conceituais, arquitetando formas puras em maiôs e biquínis. Dualidade nas cores, como o preto e branco, vermelho e branco e matérias opacas e brilhantes.

 

PSICODELIA

-Neste caminho costuramos décadas (60-70) que nos remetem aos motivos psicodélicos, as margaridas, bandanas e aos símbolos da contracultura hippie (paz e amor). Biquínis mais largos com cintura baixa e maiôs engana-mamãe se aliam aos bojos com enchimento e ao sungão masculino. Estampas com movimento nos motivos gráficos ou nas cores que fazem degrades rítmicos do amarelo ao vermelho. Os tecidos trabalhados em relevos alegres trazem flores e em suas cores frutas (verde Iimão, goiaba, laranja...)

 

INDÍGENA

-Nesta busca pelo passado voltamos também nossa atenção para nós mesmos e nossos ancestrais indígenas alinhavando outros quinhentos anos sem a influência européia, comemorando a cultura e a arte dos verdadeiros donos destas Terras. Numa homenagem e reconhecimento ao seu direito de existir, fomos colhendo as cores do coco, da terra e das plumas para recriar com franjas, galões, bordados e pequenos ornamentos típicos desta rica cultura na linguagem do verão. Da natureza - cada vez mais presente na busca pelo equilíbrio e harmonia - trouxemos as texturas vegetais irregulares e redes em cores cruas, queimadas, quentes e luminosas, como apelo para a preservação da terra, água, ar e também desta mesma cultura que aos poucos está sendo devastada como a própria natureza.